O Governo Federal e o Governo da Bahia realizam articulação institucional, garantem recursos, aprovam projetos e executam obras estruturantes através de programas como o Novo PAC.
Depois que a obra ganha visibilidade pública, alguns gestores municipais tentam sequestrar politicamente a entrega, transformando um investimento coletivo em propaganda pessoal, minimizando ou até omitindo o papel do Governo Federal e do Governo do Estado.
A lógica é simples:
• O investimento vem de Brasília e da parceria com o Estado;
• A obra chega ao município;
• A gestão local tenta capitalizar eleitoralmente o resultado;
• O cidadão perde a dimensão real de quem articulou e financiou o investimento.
No caso da maternidade de Lauro de Freitas, a estratégia percebida por parte da opinião pública foi justamente evitar associar diretamente a obra ao Novo PAC e ao presidente Lula, apesar de o investimento fazer parte oficialmente das ações do programa federal e da relação com o Governo da Bahia.
Uma coisa precisa ficar clara, apesar do volume de entregas dar margem para a oposição capitalizar, as obras da parceria Bahia-Brasil pertencem ao povo baiano.
Independentemente da posição política dos prefeitos, o Governo do Estado segue levando investimentos para os municípios.
A população precisa saber quem financia, quem articula, quem libera recurso e quem garante que os investimentos aconteçam. Porque não é correto usar obra bancada com dinheiro público federal e estadual como palanque político pessoal.
Porque quando a parceria funciona, a Bahia avança.
E quem chega junto do povo baiano é o Governo do Estado em parceria com o Governo Federal.