Sábado, 13 de Junho de 2026
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“É a pior que tem”: Cabo Daciolo detona Bancada Evangélica em entrevista

Pré-candidato à Presidência afirma que a maioria dos políticos que usa o nome de Cristo no Congresso busca apenas o enriquecimento

09/05/2026 20h36
Por: Redação
“É a pior que tem”: Cabo Daciolo detona Bancada Evangélica em entrevista

O cenário político para a sucessão presidencial de 2026 ganhou um ingrediente de alta voltagem com o retorno oficial de Cabo Daciolo ao debate público.

Recém-filiado ao partido Mobiliza (antigo PMN), o ex-deputado federal concedeu uma entrevista bombástica onde mirou seus principais ataques contra a Bancada Evangélica, grupo do qual já fez parte, classificando-a como a pior força política dentro do Congresso Nacional.

Críticas aos Bastidores do Poder

Daciolo, que exerceu mandato entre 2014 e 2018, afirmou que a atuação dos parlamentares cristãos é marcada pela hipocrisia e pelo distanciamento das pautas que realmente beneficiam a população. “A bancada evangélica é a pior que tem. Eles usam a Palavra para se enriquecer”, disparou o político. Segundo sua análise, os membros da frente parlamentar servem a interesses do “imperialismo norte-americano e chinês”, legislando contra o povo enquanto utilizam a fé como fachada.

Contra a Polarização Lula-Bolsonaro

Para o pré-candidato, a atual divisão entre o governo Lula e a oposição liderada por figuras como Flávio Bolsonaro é uma estratégia do sistema para enfraquecer o Brasil.

Citando princípios bíblicos, Daciolo alertou que “um reino dividido deixará de existir” e que os líderes religiosos na política possuem uma responsabilidade maior, a qual estariam negligenciando. Ele defende que o verdadeiro servo de Cristo na política é uma raridade que se conta “nos dedos da mão”.

A movimentação de Daciolo indica que sua estratégia eleitoral será fustigar a base evangélica tradicional, tentando atrair o eleitorado que se sente desiludido com a institucionalização da igreja no Estado. Com seu estilo inconfundível, ele promete ser o principal crítico das autoridades religiosas que, em suas palavras, “se venderam ao sistema”.

 

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