Bancada evangélica está dividida sobre o Impeachment

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DF - REFORMA POLÍTICA/BANCA EVANGÉLICA - POLÍTICA - Com a anuência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB- RJ), deputados da bancada religiosa interromperam a votação de um dos itens da reforma política para protestar contra o que chamaram de "cenas blasfemas" praticadas durante a 19ª Parada Gay de São Paulo, no último final de semana. Empunhando cartazes com imagens da Parada Gay e de manifestações conhecidas como 'Marcha das Vadias' e 'Marcha da Maconha', os parlamentares se enfileiraram atrás da Mesa Diretora presidida por Cunha, que é membro da Assembleia de Deus em Madureira, gritaram por diversas vezes a palavra "respeito" e rezaram em coro o "Pai Nosso". 10/06/2015 - Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO

O portal Gospel Prime está em Brasília para acompanhar o movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Nesta segunda (4), acompanhamos os debates da comissão que discute o assunto. Vários membros da bancada evangélica estavam presentes, mas não há unanimidade no pensamento. Alguns estão indecisos e uma minoria é contra.

O pastor Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) explica que os deputados federais que compõem a frente parlamentar evangélica possuem opiniões distintas na questão do impedimento da presidente. Diferentemente do que ocorre em questões que dizem respeito à família, ou em assuntos morais, não é uma “questão fechada”.

Questionado sobre a divisão em três grupos, ele ressalta que os eleitores devem pressionar os deputados em quem votaram para que se posicionem. O assunto é grave e o futuro da nação passa pela decisão tomada pelo Congresso.

por Jarbas Aragão

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