Igreja pede R$ 1 bilhão em indenização do Porta dos Fundos e Netflix por zombaria

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A inconformação com as agressões feitas pela dupla Porta dos Fundos e Netflix continua rendendo polêmicas e ações na Justiça. Agora, a Igreja Brasa Viva quer R$ 1 bilhão de indenização.

A ação contra os humoristas e a empresa de streaming corre na 5ª Vara Cível do TJ do Rio de Janeiro, e se refere ao Especial de Natal de 2018, intitulado Se Beber Não Ceie.

Nesse episódio – que parodia o filme de comédia Se Beber, Não Case, Jesus é retratado como alguém afeito a entorpecentes e seus discípulos acordam de ressaca depois da última ceia sem saber seu paradeiro.

O jornalista Ancelmo Góis, do jornal O Globo, informou que a Igreja Pentecostal Brasa Viva pede, “entre outras coisas, o pagamento por danos morais no valor de… R$ 1 bilhão”.

O Especial de Natal de 2019, A Primeira Tentação de Cristo, foi alvo de uma série de abaixo-assinados online e diversas ações judiciais, sendo que em uma delas, os humoristas viram a Justiça Federal conceder liminar para suspender a veiculação do filme, mas a decisão foi derrubada pelo ministro José Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo a um recurso da Netflix.

O episódio como um todo resultou num atentado feito com coquetéis molotov contra a sede do Porta dos Fundos, e a Polícia Civil do RJ identificou o líder do grupo, Eduardo Fauzi, que fugiu para a Rússia um dia antes de ter sua prisão preventiva decretada.

Antes da identificação de Fauzi, muitas especulações foram feitas através das redes sociais e formadores de opinião na grande mídia, insinuando que a agressão teria sido fruto de um grupo de evangélicos em vingança pelo teor do filme que apresenta Jesus como um homossexual.

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