Pastor faz protesto contra palestra de drag queen para crianças e vai parar na prisão

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Um pastor evangélico teve o seu direito à liberdade de expressão vetado, após o mesmo ser levado preso por, supostamente, causar “obstrução” durante um evento para o público infantil que teve a palestra de uma drag queen.

O pastor Afhsin Yaghtin, de 47 anos, dirige a Igreja Batista do Novo Pacto, em Spokane, Washington, nos Estados Unidos. Ele foi ao evento “Drag Queen Story Hour” (“Hora da História com a Drag Queen”), realizado no último sábado (14) em uma biblioteca pública na região.

Ao chegar no local, no entanto, o pastor foi impedido pelos policiais de entrar na biblioteca. E não apenas isso, os guardas queriam também que o líder religioso fosse para o outro lado da rua, distante do estabelecimento. Tudo ficou registrado em um vídeo publicado nas redes sociais.

“Eu não estava lá segurando uma placa, vestindo uma camisa política ou gritando quaisquer slogans”, disse Yaghtin. “Pedi calmamente aos oficiais que se afastassem enquanto eu tentava entrar na biblioteca.”.

No entanto, os policiais insistiram em querer impedir a presença do pastor, enquanto outras dezenas de pessoas que apoiavam a palestra da drag queen para o público infantil foram autorizadas a permanecer no local.

Em dado momento os policiais resolveram prender o pastor Yaghtin, segundo eles, por causar “obstrução” no local. O líder religioso foi legado para a delegacia e liberado poucas horas depois, segundo informações da Spokesman.

Essa não é a primeira vez que ocorre eventos dessa natureza nos Estados Unidos. Em outubro do ano passado, uma escola localizada em Thornton, Colorado, sediou algo semelhante e causou a indignação dos pais.

Na ocasião, um drag queen chamado Jessica L’Whor foi convidado para falar sobre o dia da profissão para os alunos do colégio, todos crianças. O detalhe intrigante é que os pais não ficaram sabendo com antecedência quem iria palestrar naquele dia.

“Os pais estão indignados, e isso é inadequado em muitos aspectos”, disse Joe Ferdani, um porta-voz da escola em um e-mail enviado para a emissora KCNC-TV na época. “Os pais só precisavam ter mais informações e contexto sobre o que seria falado, e alguma informação sobre esse indivíduo, mas eles não receberam essa informação”.

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