Cristianismo é a última barreira contra o totalitarismo na China, aponta especialista

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Desde a antiguidade, os valores ordenados por Deus ao seu povo causaram modificações profundas de âmbito cultural, econômico e militar em várias culturas, fazendo evoluir a civilização através de conceitos como justiça, liberdade, igualdade e amor ao próximo.

No país mais populoso do mundo na atualidade, a China, não é por acaso que os cristãos são vistos como uma ameaça ao regime comunista do país, uma vez que o Evangelho de Jesus Cristo, quando compreendido e vivenciado corretamente, causa transformação em todas às áreas da vida humana.

Por exemplo, o conceito de liberdade individual, muito enfatizado pelos cristãos diante da sociedade, contraria os ideais controladores do Partido Comunista Chinês, atualmente comandado por Xi Jinping.

“Os cristãos são as ONGs restantes (organizações não-governamentais) no encolhimento da sociedade civil na China”, declarou Fenggang Yang, especialista em religião na China, ressaltando que nos últimos anos, desde que o atual Presidente assumiu o poder, o Estado vem controlando cada vez mais a vida dos cidadãos.

“Sob a liderança de Xi Jinping e do Partido Comunista Chinês, eles estão realmente tentando estabelecer um governo totalitário da sociedade chinesa e os cristãos estão ‘obstruindo’ o caminho deste totalitarismo”, explica Yang. “É por isso que eles se tornaram um alvo“.

Segundo informações da CBN News, Fenggang Yang disse que o aumento da perseguição aos cristãos se deu inicialmente na província de Zhejiang, entre 2014 e 2016, mas que “agora se tornou uma campanha nacional”.

O fechamento de uma das maiores igrejas evangélicas do país na última semana, a Early Child Covenant, e a prisão do seu pastor, é um exemplo claro de como tem ocorrido essa repressão, onde o Governo se utiliza do argumento da “clandestinidade” para impetrar sua intenção de fechas igrejas e impedir o avanço da fé cristã.

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