“Deus é a minha inspiração”, diz designer que ajudou na criação de “Os Incríveis 2”

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O mundo da animação ganhou às telas do cinema mundial com maior força nos últimos anos, impulsionado pela qualidade das produções, roteiros e também pela criatividade de profissionais como Philip Metschan, da empresa Pixar Animation Studios, grande responsável pela enorme fama de filmes como “Os Incríveis 2”.

Philip Metschan concedeu uma entrevista para a ACI Digital, comentando um pouco do seu trabalho e sobre como enxerga a influência da fé no seu dia-a-dia. “É impossível separar a criação do Criador”, disse ele, fazendo alusão à perspectiva criacionista do mundo, a qual defende ser impossível o universo ter surgido do acaso, sem a participação de um Criador.

Philip trás esse conceito para si mesmo, como exemplo, dizendo que usa a sua criatividade “para produzir um mundo que nunca existiu com coisas fantásticas que ninguém jamais viu antes”, e que isso é o que lhe empolga mais.

“Definitivamente, sou alguém que gosta de estar na natureza, fora do mundo e vivenciá-lo, porque acho que existem narrativas fortes que são criadas apenas a partir da existência desses lugares”, disse ele, que também já colaborou para a criação de cenários de filmes como “Os Incríveis 2”.

Philip explicou que “emoções universais” atribuídas aos personagens animados refletem muito dos valores cristãos, como a importância da família, o respeito pelo próximo, amor e solidariedade, perspectivas morais que estão associadas ao cristianismo e implícitas em desenhos como “Toy Story”, um dos sucessos da Pixar.

“Embora usemos esses personagens fantásticos para fazer isso, as emoções universais são muito centrais”, disse Philip, ponderando que mesmo assim, alguns personagens não são exatamente o que gostaríamos que fossem como modelos, por isso ele destaca a questão das “emoções universais” como principal referência.

Por fim, o designer ressaltou a importância do seu trabalho no papel de inspirar coisas novas, sugerindo que elas se tornam positivas quando contribuem para o bem comum.

“Você sente que recebeu algum tipo de habilidade especial, ou uma visão especial de como executar essas coisas novas, e também sente a responsabilidade de que essas coisas que você cria sejam positivas e esclarecedoras”, conclui Philip.

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