Feliciano diz que Globo está à beira da decadência: “Toda poderosa, por pouco tempo ainda”

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O pastor Marco Feliciano (PODE-SP) voltou a criticar de forma contundente a TV Globo por conta de uma cena de um beijo homossexual entre adolescentes na novela Malhação, veiculado no começo de outubro.

“Já repararam que quanto mais limpamos a podridão, mais ela teima em aparecer?”, questionou o pastor, em um artigo publicado pelo portal Pleno News. “Viemos durante tantos anos combatendo os ataques vis aos nossos jovens, mas a Rede Globolixo de Televisão insiste em tentar nos contaminar”, acrescentou.

Para o pastor a empresa age “tal qual um bicho de peçonha que encurralado se inocula com o próprio veneno”. A prova dessa ação de desespero, como sugere o pastor, seria o “beijo gay entre dois rapazes, em horário infanto-juvenil”.

“A emissora age assim por saber que seu império corre perigo iminente com a corrente de civilidade que se aproxima agora, nestas eleições; onde o povo escolherá políticos conservadores para dirigirem nossa Nação. Esse beijo nada mais foi do que uma pá de cal em sua própria sepultura, mas infelizmente aconteceu com a anuência criminosa dos órgãos controladores que julgam ser o horário apropriado”, criticou o pastor.

Embora exista omissão dos órgãos reguladores, Feliciano aponta que “não é apropriado” tal tipo de atração no final da tarde: “Não vejo para quê expor nossas famílias a mais esse descalabro. Nem preciso repetir que não é nada pessoal, cada um na sua intimidade é livre nos seus atos; mas uma criança não tem maturidade para discernir o que é melhor para si”, pontuou.

“Então, quando a agressão vem da toda – e espero, por pouco tempo ainda – poderosa Rede Globo de Televisão, atinge, justamente aos mais humildes por se tratar de uma rede de TV aberta. E esses humildes atingidos se tornam suscetíveis a serem reorientadas em costumes alheios à sua própria formação cultural e familiar”, alertou o pastor.

Ao final, Feliciano disse que desconfia que a Globo insiste no estímulo à erotização e ideologia de gênero por “falta de assunto”, ou então, por um motivo ainda mais tenebroso: “Uma orquestrada e maquiavélica ideia para a destruição da base familiar, com a finalidade de criar bestas-feras, sem sentimentos que poderiam contribuir para um mundo mais humano, no qual a família vem em primeiro lugar como um santo refúgio, herança divina”.

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