Não posso colocar a política acima da Palavra de Deus, diz atriz de ‘Quarto de Guerra’

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A atriz Priscilla Shirer, que interpretou Elizabeth no filme “Quarto de Guerra”, incentivou os cristãos a construírem sua identidade na Bíblia antes de qualquer outro rótulo imposto pela sociedade. Sua mensagem foi publicada no Facebook e já tem mais de 7 milhões de visualizações.

“Eu não me descrevo como uma mulher negra, porque isso dá muito poder à minha raça”, disse Shirer em um vídeo compartilhado pelo pastor Chuck Bernal, fundador da Igreja LifePointe, no Texas.

“Eu não quero que a minha raça seja o adjetivo que define quem eu sou como mulher. Eu não sou uma mulher negra. Eu sou uma mulher cristã que por acaso é negra”, completou. “Se houver um adjetivo me descrevendo, não será de minha raça, será de uma mulher que acredita que cada coisa que Deus tem declarado é verdadeira”.

Durante a mensagem, a atriz ainda observou que as pessoas devem abraçar sua identidade cristã acima de sua raça, cultura ou partido político. “Você pode ser uma mulher negra, um homem negro, uma mulher branca, um homem branco, mas isso não deve definir você”, declarou.

“Se sua raça ou seu partido político está indo em uma direção diferente da Palavra de Deus, você não deve escolher sua raça ou qualquer cultura que você faça parte. Você não deve escolher nada disso acima do que Deus declara ser verdade”, acrescentou. “Deus não anda nas costas de burros ou elefantes. Ele não veio para tomar partido. Ele veio para assumir o controle”.

Na legenda do vídeo, o pastor Chuck Bernal descreveu a mensagem de Shirer como “uma das melhores declarações em uma perspectiva cristã sobre raça e política” que ele já ouviu.

O discurso da atriz sobre política é semelhante à mensagem do pastor presbiteriano Tim Keller,  pouco antes da eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016. Ele afirmou que os cristãos devem colocar sua identidade acima de qualquer outra ideologia.

“Em todo o mundo há muita fragmentação política e, infelizmente, os cristãos podem ser tentados a se fragmentar. Poderíamos começar a nos dividir politicamente, em vez de lembrar que você é cristão antes de ser branco, negro, asiático, hispânico. Você é cristão antes de ser americano, britânico ou africano”, advertiu Keller.

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