Evangélico, Dallagnol é criticado por dizer que “jejua e ora” pelo fim da corrupção

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A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba é formado por várias pessoas que não escondem sua fé cristã. O ex-presidente Lula, inclusive, já criticou que são evangélicos por falarem sobre Deus.

Com a proximidade do dia do julgamento que poderá decidir o futuro de Lula, nesta quarta-feira (4), o procurador Deltan Dallagnol, usou as rede sociais para dizer que está em ” jejum e oração” pelo fim da corrupção. Ele disse que a data será “o dia D” nessa luta e que “o cenário não é bom”.

Ele sempre defendeu o entendimento atual de prisão após condenação em segunda instância. Porém, a votação recente do Supremo Tribunal Federal dá indícios que o ex-presidente petista poderá ficar em liberdade mesmo após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

Após sua manifestação no Twitter, Dallagnol vem sendo criticado pela sua postura abertamente cristã. Seu tweet, com mais de 2,4 mil curtidas e cerca de 750 compartilhamentos recebeu diversos ataques nas redes sociais e de sites ligados à esquerda.

Além de falar sobre jejum e oração, Dallagnol  mobilizou os seus seguidores para assinarem um abaixo-assinado, dizendo que o “momento é grave e importante”.

Membro da Igreja batista do Bacacheri, em Curitiba, desde a infância, em perfil nas redes sociais  Dallagnol deixa claro quais são as suas prioridades na vida: “Seguidor de Jesus, Marido e Pai Apaixonado, Procurador da República por Vocação e Mestre em Direito por Harvard”. Ele já cogitou tornar-se pastor depois que se aposentar como procurador.

 

 

 

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