Para ensinar a alunos o que é a Páscoa, escola troca chocolate por pão e vinho

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A Páscoa, hoje, é uma data comercial que se sustenta em cima da figura de um coelho associado a ovos de chocolate. Apesar de importante para a geração de empregos e movimentação da economia, a criação dessa cultura consumista terminou por ofuscar o significado original da celebração: a morte e ressurreição de Jesus.

Nesse contexto, uma escola no interior de São Paulo optou fazer uma celebração diferente, entregando pão e suco de uva para as crianças levarem para casa, acompanhado de uma explicação sobre a origem da Páscoa.

O relato da iniciativa foi feito por uma mãe no Facebook e já conta com mais de 148 mil compartilhamentos: “Hoje foi a festa de Páscoa da creche da Alice… eu estava imaginando que ela chegasse (sic) em casa com um ovo de chocolate nas mãos e o rosto pintado de coelho… como todos os anos!!! Mas fui surpreendida: ela chegou de ovelha!!!???”, escreveu a internauta Daniella Gobbo.

A mãe acrescentou ainda que a escola optou por ensinar aos alunos uma referência que para muitos não têm valor: “[Ela chegou] com um saquinho com 1 pão, 1 garrafinha de suco de uva e 1 bombom… e quando perguntei cadê o ovo… fiquei emocionada ao ouvir ela contar que hoje ensinaram o verdadeiro sentido da Páscoa, que ao invés de chocolate eles ensinaram que Páscoa é amor de Jesus (palavras dela) e que o que as tias deram foi o suco de uva e o pão simbolizando o sangue e o corpo de Cristo”, contou.

“Quero parabenizar a essa creche que não é apenas uma escola, e sim, uma segunda casa para minhas filhas com professoras carinhosas e atenciosas […] Parabéns pela atitude e pelos ensinamentos”, concluiu a mãe, satisfeita com a surpresa.

 

 

Coelho

Enquanto no Brasil a liberdade religiosa ainda não foi sufocada a um ponto extremo pela agenda do progressismo, no Canadá um casal de evangélicos perdeu a guarda das filhas adotivas porque decidiu não celebrar o coelho da Páscoa, e sim, contar o verdadeiro significado da celebração.

Os pais adotivos haviam se recusado a mentir sobre a existência do coelho, e falavam às crianças sobre a celebração da ressurreição de Jesus. Diante disso, uma assistente-social decidir retirar as crianças da família sob a alegação de que, no futuro, as meninas teriam traumas por não terem tido acesso à comemoração lúdica do coelho da Páscoa e seus ovos de chocolate.

Após dois anos de batalha na Justiça, o casal venceu a disputa e, embora não tenham tido as crianças de volta, já que foram realocadas em uma outra família, já estão participando de um novo processo de adoção.

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