Stephen Hawking morreu e agora descobriu que estava errado, que Deus existe, diz pastor

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A morte do físico e pesquisador Stephen Hawking, aos 76 anos, vem sendo repercutida de forma ampla na grande mídia, muito por causa do seu trabalho, mas também por sua postura enfática na negação da existência de Deus. Em um artigo, o pastor Renato Vargens afirmou que o cientista acaba de conhecer quem ele negava existir.

Vargens comparou a postura intransigente de Hawking sobre a existência de Deus à de outras mentes privilegiadas que deixaram contribuições singulares para a ciência, como Galileu Galilei, Isaac Newton e Albert Einstein, por exemplo. Enfático, o pastor pontuou que agora o físico inglês descobriu que esteve errado por toda a vida.

“Stephen Hawking […] dizia que o paraíso é um conto de fadas para quem tem medo do escuro, como também que milagres não são compatíveis com a ciência, o que o fez divergir de cientistas que o antecederam”, introduziu o pastor.

Citando Galileu Galilei, que, por exemplo, “cria em Deus e afirmava que a Bíblia não podia errar”, o pastor apontou a diferença de postura e compreensão a respeito da majestade divina entre Hawking e seus predecessores.

“Issac Newton afirmou que Deus é essencial para a natureza e a perfeição do espaço. Certa feita o notável cientista declarou: ‘Este magnífico sistema do sol, planetas e cometas, poderia proceder somente do conselho e domínio de um Ser inteligente e poderoso. E, se as estrelas fixas são os centros de outros sistemas similares, estes, sendo formados pelo mesmo conselho sábio, devem estar todos sujeitos ao domínio de Alguém; especialmente visto que a luz das estrelas fixas é da mesma natureza que a luz do sol e que a luz passa de cada sistema para todos os outros sistemas: e para que os sistemas das estrelas fixas não caiam, devido à sua gravidade, uns sobre os outros, Ele colocou esses sistemas a imensas distâncias entre si’”, recapitulou.

Outro lembrado por Renato Vargens foi o físico e teórico Max Planck, reconhecido por suas contribuições para a física e pela elaboração da Teoria Quantum, que mudou a perspectiva a respeito dos campos atômicos e sub-atômicos.

“Em sua palestra ‘Religião e Ciência Natural’, Planck expressou a visão de que Deus está presente em todos os lugares, e sustentou que ‘a santidade da Deidade inteligível é transmitida pela santidade de símbolos’”, escreveu o pastor.

“Albert Einstein, talvez o cientista mais famoso de todos os tempos afirmava o seguinte: ‘Eu não sei como Deus criou este mundo, eu não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os Seus pensamentos, o resto são detalhes’. O famoso epíteto de Einstein sobre o ‘princípio da incerteza’ era que ‘Deus não joga dados’ – e para ele, esta foi uma real declaração sobre um Deus em quem ele cria. Uma das suas afirmações famosas é: ‘Ciência sem religião é coxa, religião sem ciência é cega’”, conceituou.

O final de seu artigo traz à tona a constatação de que a postura do físico falecido na última quarta-feira, 14 de março, carecia de um amadurecimento: “Stephen Hawking morreu e agora descobriu aquilo que cientistas famosos descobriram antes de morrer, isto é, Deus existe, é, e sempre será. Sua alma chegou diante do Eterno e ele prestou contas de seus delitos, pecados e incredulidade”.

 

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