José Wellington Junior é empossado presidente da CGADB

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m uma concorrida cerimônia no templo central da Assembleia de Deus em São Paulo, Ministério Belém, foi dada a posse no último dia 3 à nova mesa diretora e ao conselho fiscal eleitos da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil) por meio do pleito transcorrido no último dia 9 de abril.

O pastor José Wellington Junior, filho de José Wellington Bezerra da Costa – que dirigiu a instituição durante  25 anos – assumiu o posto de presidente da instituição, após controvérsias e embates jurídicos, que chegaram a pedir um interventor para acompanhar todo o processo eleitoral, por suspeitas de fraude, além de determinação judicial pedindo a cassação da candidatura de José Wellington Junior por não ter se desincompatibilizado de seu cargo de presidente do Conselho Administrativo da CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus).

Além de cerca de seis mil ministros de diversos ministérios de todo o país, compareceram autoridades como ministro da fazenda Henrique Meireles, que veio representando o presidente Michel Temer, Pedro Taques, governador do estado do Mato Grosso, deputado Sebastião Machado Resende (PSC-MT) e outros deputados federais, estaduais e vereadores que marcaram presença durante a cerimônia.

Apesar de toda controvérsia, uma decisão judicial reconheceu a validade das eleições da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), dando o aval para a posse da nova mesa diretora.

Segundo fontes ligadas ao processo, a decisão seria interlocutória, ou seja, transitória, com o único objetivo de garantir a continuidade dos trabalhos da nova diretoria. O próximo passo seria a análise das provas de mérito, quando as provas periciais e a conciliação bancária serão observadas pelo juiz responsável pelo caso, podendo resultar em uma nova decisão.

O advogado da chapa opositora, encabeçada pelo pastor Samuel Câmara, dr. Claudio Dias, ingressou com uma ação de agravo de instrumento solicitando a análise criteriosa das provas que constam nos autos e pedindo novas eleições e a introdução de interventores no processo eleitoral.

A decisão foi o resultado de uma ação em primeiro grau, isto é, ainda transcorrerá o segundo grau e a última instância, que é o julgamento pelo STF – Supremo Tribunal Federal até que o processo tenha transitado em julgado.

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