“Brasil poderá ter represálias espirituais”, diz rabino sobre voto contra Israel na ONU

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A resolução aprovada pela Unesco na última quinta-feira (13), que decidiu que não há nenhuma conexão entre os judeus, Jerusalém e o Monte do Templo, tem causado revolta na comunidade judia e seus apoiadores.

Iniciada pelos palestinos, a moção teve apoio do Brasil, Egito, Argélia, Marrocos, Líbano, Omã, Catar e Sudão. Vinte e quatro nações votaram a favor, 26 se abstiveram e apenas seis foram contra: Estados Unidos, Reino Unido, Lituânia, Países Baixos, Estônia e Alemanha.

De acordo com o rabino messiânico Mário Moreno, esta decisão reflete a total ignorância das organizações que se levantam contra Israel e sua história. “Sentimos repúdio de pessoas que estão dentro de gabinetes e não têm nenhum relacionamento com o povo judeu, não conhecem nada sobre o judaísmo e ainda tem a pachorra de dar opinião naquilo que não conhecem”, disse ele ao Guiame.

“O Eterno [Deus] deu para Israel um território. Nós somos um povo, temos uma identidade e essa identidade provém dos céus. O mundo vem tentando seguidamente negar isso e fazer com que nós não sejamos identificados por aquilo que é nosso, que é a nação de Israel e principalmente a cidade de Jerusalém”, acrescentou.

O rabino observa que haverão consequências para as nações que se posicionaram contra a Terra Santa. “As Escrituras dizem ‘abençoarei os que te abençoarem’ — esse é o comentário que o Eterno faz sobre Abraão. Todos aqueles que se levantam de forma negativa sobre Israel receberão como brinde uma maldição. Isso não sou eu quem digo, são as Escrituras”, disse ele.

Mário acredita que neste momento ficará evidente quem ama e quem detesta Israel. “Quem ama Israel vai se alinhar contra essa decisão estúpida, quem está do outro lado (e certamente vai receber a maldição) vai se alinhar a favor”, avalia.

Em abril de 2016, o presidente Michel Temer havia declarado seu voto favorável a Israel na resolução apresentada pela Palestina. Porém, no dia da votação, o País se posicionou favoravelmente à resolução palestina, e ficou contra Israel.

“Assim como o governo Dilma, o governo Temer agora recuou em sua decisão. Infelizmente, o Brasil pode ter represálias espirituais quanto à isso, porque há uma cegueira no nosso governo que busca somente o mal. Nós, como servos do Eterno, precisamos nos alinhar e orar pelo nosso governo, para que não só o Temer como os demais tenham os olhos abertos e possam receber primeiro salvação, e depois possam se alinhar ao lado de Israel”, pondera Mário.

Tempo profético

Logo após a decisão da Unesco e suas sequentes controvérsias, Israel entrou no período do Sucot, conhecido também como Festa dos Tabernáculos — comemorada este ano entre os dias 17 e 24 de outubro. Segundo Mário Moreno, há um significado profético neste período.

“Existem várias conotações proféticas, mas a principal está ligada à volta do Messias. Nós sabemos que este é o tempo em que o Messias se manifesta de uma forma muito mais intensa. É o tempo em que fazemos a maior festa em Israel, é o tempo da nossa alegria”, explicou o rabino.

“Goste a Unesco ou não, Jerusalém pertence à Israel e ninguém pode mudar isso. O mundo pode tentar, mas não vai conseguir. Todos aqueles que se levantaram contra Israel, perecerão”, alerta.

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